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Archive for the ‘Outros’ Category

Alunos de Medicina Veterinária visitam escola primária

No passado dia 31 de Março de 2011, o grupo de Segurança Alimentar visitou a Escola EB1 Heróis do Ultramar, uma escola primária em Évora.

Acompanhados por uma nutricionista e por alunos da disciplina de Ciências da Natureza da Universidade Sénior de Évora, desenvolveram várias  actividades que promoveram trocas de conhecimentos entre gerações, e a aprendizagem de várias regras sobre higiene e segurança alimentar.

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Neste encontro de gerações, cujo tema principal foi a Higiene e Segurança alimentar, participaram cerca de 66 pessoas, entre crianças do 1º e 2º anos, alunos séniores, uma nutricionista, professoras e funcionárias da escola e o grupo de Segurança Alimentar da disciplina Higiene e Saúde Pública, do Mestrado Integrado em Medicina Veterinária da Universidade de Évora.

No final a avaliação da actividade foi muito positiva, oferecemos a todos os interveniente um folheto informativo e um brinde.

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Amazónia: Desflorestação aumenta incidência de malária

Fonte: Diário Digital

A desflorestação da Amazónia está a provocar um aumento de cerca de 50% na incidência da malária nessa região, segundo um estudo realizado por investigadores norte-americanos.

O trabalho foi realizado a partir da informação sobre a frequência de casos de malárias em 54 distritos sanitários brasileiros registados em 2006, combinada com imagens de alta definição feitas por satélites que mostram o abate de árvores da floresta tropical.

«Aparentemente, a desflorestação é um dos factores ecológicos iniciais que poderão iniciar uma epidemia de malária», indicou Sarah Olson, do Nelson Institute da Universidade de Wisconsin (norte), principal autora da pesquisa difundida na edição online do Centro de Controlo de Doenças dos EUA.

As vastas regiões desmatadas na zona criam condições que favorecem o desenvolvimento do mosquito Anopheles darlingi, um dos principais vectores de transmissão do parasita responsável pela malária, que se alimenta do sangue das pessoas infectadas, explicou.

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Crise: Veterinários com milhares de euros de dívida por falta de pagamento dos donos

Autoria de Elisabete Silva

Fonte: Diário de Notícias

Clínicas deparam-se cada vez mais com pessoas que não podem pagar. Tentam a solução das prestações, mas não são cumpridas.

As clínicas veterinárias estão cada vez mais endividadas. Em algumas os pagamentos em atraso ultrapassam os dez mil euros. Tudo porque os clientes pedem para tratar dos animais e depois alegam não ter dinheiro, ou simplesmente abandonam-nos nas clínicas.

A situação tem-se agravado devido à crise, garantem ao DN vários daqueles estabelecimentos. Há donos a optar por recorrer às câmaras ou a instituições como a Liga Protectora dos Animais ou a Sociedade Protectora dos Animais, onde pagam menos (perdendo as clínicas parte do negócio). Mas, muitas vezes, pedem tratamentos que não podem suportar em clínicas privadas.

“As pessoas têm de entender que as clínicas são empresas. Não há a mínima noção dos custos que têm. Infelizmente em Portugal a situação é: quando as pessoas têm dinheiro muito bem, quando não têm, ficam em situação complicada para tratar dos seus animais”, salienta ao DN Luís Cruz, do Conselho Profissional e Deontológico da Ordem dos Veterinários. E diz que a classe é a que mais faz medicina social. “Os veterinários tratam animais abandonados e tentam arranjar donos, no campo vão tratar de uma vaca, por exemplo, por preços baixos”, refere.

As clínicas tentam proteger-se da falta de pagamento dos donos pedindo uma caução (ronda os 100/150 euros), garantindo desta forma receber o mínimo em caso de falha por parte do dono, segundo explicaram ao DN alguns directores de clínicas que pediram anonimato.

Mas muitas vezes, perante falta de dinheiro, as clínicas tentam chegar a um acordo com a pessoa para pagamentos a prestações, normalmente com cheques pré-datados, ou com acordos verbais. Certo é que na maioria dos casos, os veterinários nunca mais voltam a ver aquele cliente. “Resta-nos agir judicialmente, mas para quê? Os custos de um processo são mais caros do que os tratamentos que nos são devidos”, diz Luís Cruz e que tem a mesma opinião que a maioria dos veterinários.

Mesmo que as prestações sejam pagas, a solução não é ideal , “apenas a possível para ter o dinheiro”. “O problema é que as contas que eu e as outras clínicas temos, têm de ser pagas a pronto. Torna-se numa situação complicada”, frisa.

Nos casos de abandono, os veterinários podem deixar os animais no canil. No entanto, Luís Cruz explica que o que mais acontece é tratarem o animal e depois arranjarem-lhe um dono.

Mas também há donos s acusam os veterinários de pensarem mais do dinheiro do que no bem estar do animal (ver caixa do lado direito). “Temos várias queixas dessas na Ordem, que são investigadas”, afirma. Luís Cruz avisa que muitas pessoas pensam que as clínicas têm de fazer caridade

Para este veterinário é essencial as instituições como a União Zoófila, a Liga e a Sociedade Protectora dos Animais terem mais condições para fornecerem tratamento médico a baixos custos. Realça que o dinheiro acaba por ser utilizado para salvar os animais que têm para os dar para adopção: “Mas têm demasiados e tentam durante muito tempo mantê-los adoptáveis para evitar a eutanásia. Se houvesse outro tipo de financiamento talvez pudessem ajudar mais quem tem menos dinheiro.”

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Vacina da Gripe: grupos de risco serão os mesmos

Fonte: Tribuna Médica Press

A vacina contra a gripe sazonal para o próximo Outono e Inverno vai incluir o vírus da gripe A (H1N1). No entanto, apesar de este vírus afectar sobretudo os mais novos – já que as pessoas que nasceram antes dos anos 50 do século passado revelaram ter protecção cruzada -, a vacina deverá ser indicada para os grupos de risco do costume: pessoas com mais de 65 anos, doentes crónicos, grávidas e profissionais de saúde. Isto porque a vacina contém as outras duas estirpes que a Organização Mundial de Saúde pensa que irão circular na próxima época da gripe. Por outro lado, existe ainda um stock de vacinas contra o H1N1 que poderá ser utilizado para imunizar os grupos de risco estabelecidos só para este vírus, que incluem crianças até dois anos e pessoas obesas. Apesar de a maior parte da população não ter protecção contra o H1N1, a gripe causou menos vítimas do que noutros anos, por ter poupado os idosos, que são normalmente (91%) as vítimas mortais e representam 63% dos casos que têm complicações e necessitam de internamento.

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Cientistas britânicos mais perto de uma vacina contra a Dengue

Fonte: Tribuna Médica Press

Cientistas britânicos descobriram um caminho para o desenvolvimento de uma vacina contra a dengue, doença que se manifesta acentuadamente em regiões tropicais, revela um estudo publicado na revista Science, citada pelo DD. Segundo os autores, é o próprio sistema imunológico da pessoa infectada com o vírus que ajuda o microrganismo a infectar as células. Esta descoberta explicaria por que motivo as pessoas que padecem da doença pela segunda vez têm sintomas mais graves e perigosos que na primeira ocasião. A dengue é transmitida pela picada de um mosquito e os seus sintomas incluem febre alta, dores nas articulações e vómitos. Em algumas ocasiões, causa febre hemorrágica e morte. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a incidência da dengue aumentou de forma considerável no último século e 20% da população mundial corre o risco de contrair a doença. Existem quatro estirpes do vírus e até agora não há uma vacina nem remédios para combater a doença de maneira eficaz. Os cientistas indicam que quando uma pessoa volta a contrair o vírus, entram em acção os anticorpos desenvolvidos na primeira infecção. Mas esses anticorpos, em vez de combaterem o vírus, na realidade ajudam-no a infectar as células. Uma vez identificados, o seu uso deveria ser evitado no desenvolvimento de uma vacina para neutralizar o vírus, assinalam os investigadores.

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H1N1: Primeiro caso em Portugal surgiu há um ano

Fonte: Lusa

Dos 192294 casos de gripe A diagnosticados em Portugal, apenas 1436 (0,7 por cento) necessitaram de internamento. Durante a pandemia, os serviços de cuidados intensivos (UCI) sofreram um acréscimo de 200 a 300 internamentos.

O pneumologista Filipe Froes afirmou à Lusa que os serviços de cuidados intensivos conseguiram assegurar o atendimento de todos os doentes que necessitavam destes cuidados, apesar do aumento de 200 a 300 internamentos durante a pandemia da gripe A.

Um ano depois do primeiro caso de gripe A em Portugal, Filipe Froes, do Hospital Pulido Valente e consultor da Direcção-Geral da Saúde, afirmou que os internamentos “não tiveram repercussão em termos de oferta de cuidados intensivos para as pessoas que necessitavam deles por outras causas”.

Para o especialista, a pandemia da gripe A foi “globalmente” bem gerida pelo sistema de saúde, tanto na abordagem dos doentes, como no que refere à utilização e alocação para esses doentes. Os recursos canalizados para esta situação não prejudicaram “o  atendimento de outros doentes”.

Portugal reagiu bem ao cenário, reunindo o esforço de diferentes sectores que permitiu um impacto notório na prevenção de consequências maiores tanto a nível individual como da sociedade.

Uma prevenção não tão eficaz teria culminado em “mais hospitalizações a nível de enfermarias, cuidados intensivos e, certamente, mais óbitos”.

Filipe Froes elegeu, como um dos aspectos menos positivos, a dificuldade em transmitir uma “mensagem aparentemente simples, mas complicada”, ou seja, o facto de existirem quadros clínicos mais graves, quando na maioria dos casos a situação era benigna.

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OMS preocupada com surto de sarampo

Fonte: Tribuna Médica Press/Diário Digital

A Organização Mundial de Saúde (OMS) está preocupada com os surtos de sarampo que têm surgido, em resultado de coberturas vacinais insuficientes.  Este surto põe em risco o objectivo de eliminar esta doença até ao final de 2010.

Decorre por estes dias  a semana da vacinação, em que a OMS organizou uma campanha de vacinação simultânea em 112 países de três regiões do mundo, para alargar a cobertura contra as doenças mais frequentes e para alertar a população da necessidade da profilaxia vacinal.

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